A chuva continuava sendo a companhia mais constante da viagem. E quando saímos da BR-101, pegando o rumo de Quissamã, atravessando aquela planície enorme, que é a Baixada Campista, não se via quase nada, só a chuva.
Ao longe os sinais de antigas fazendas, as palmeiras em fila dupla, até que vem a surpresa de uma linha de trem das antigas e, no cruzamento com a estrada, o espanto de uma estação ferroviária belamente reconstruída!
O nome do lugar é homenagem a um dos homens poderosos desta região nos tempos do 2o. Império, o Conde de Araruama.
E logo depois, como já é típico das cidades pequenas do Brasil, o portal de entrada da cidade de Quissamã. Para manter o espírito do tempo, também ele com referências à arquitetura daqueles tempos.
Só que o tempo passou, não se tem mais toda aquela riqueza de antanho.... No geral, a cidade é agora muito simples, mas ainda há várias outras marcas do passado, que podem ser (e até já são) a base para um valioso turismo histórico.


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