Mostrando postagens com marcador Suzuki. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Suzuki. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

+ 04 > Niterói - São Fidélis (RJ), via Desengano - 03 a 06/11/2025

# 4 > Niterói - São Fidélis, via Serra do Desengano - RJ - 03 a 06/11/2025 >> parte 4: turistando São Fidélis

Segundo dia de viagem, já em São Fidélis, à noite faríamos nossas palestras. 

O ex Solar do Barão de Vila Flor

O dia começou com uma reunião para organizar o evento, tudo combinadinho... 


O social da prefei5tura no Solar

E ainda pela manhã, a visita, tudo a ver com os nossos interesses, ao histórico Solar do Barão de Vila Flor, que atualmente abriga uma biblioteca e o museu Corina Peixoto, neta do Barão.

Os viajantes são apresentados ao Museu Corina Peixoto

O Solar, que mantém as referências à nobreza do século XIX, passou a ter função social muito mais ampla. Em torno da casa, serviços e instalações dedicados às crianças e adolescentes da cidade. 
Toninho visitando a memória íntima do Barão

No seu interior, o museu guarda as lembranças da família do Barão, que ali viveu no correr do século XIX.


De dentro da padaria, vendo a chuva passar
Almoçamos à beira do rio Paraíba do Sul, que apenas entrevíamos, numa área central com vegetação recuperada. 

A igreja ao fim da tarde

E, depois da esperada chuva do início da tarde, pegamos no hotel o material, partimos para a palestra (de que já tratei em postagem anterior) e pronto: missão cumprida!

O dia seguinte, com tempo livre, começou praticamente pelo almoço.

O rio Dois Rios, embora pareça um só...
A sugestão era curiosa: almoçar em um restaurante cubano (?) à beira do Rio Dois Rios, que desemboca no Rio Paraíba do Sul ali perto. 

Centro do distrito de Pureza, São Fidélis
Explica-se: o proprietário do Balneário Cubanacan é um médico cubano do Programa Mais Médico que, apaixonado, ficou por aqui...

A estação ferroviária de Pureza e o Suzuki
Depois, um pouco mais de turismo... A começar pelo distrito de Pureza, que ainda preserva, relativamente, um casario antigo e a estação ferroviária. 

A Usina Pureza, possível futuro centro cultural
Daí, para a Usina Pureza, que foi das maiores do estado e hoje, enquanto pretendem que se torne “centro cultural”, está fechada. À sua volta, continua vivo o antigo casario dos ex-funcionários.

Casas de ex-funcionários da Usina Pureza
E dali, um rali!... Decididos a me levar a um ponto de estrada local de onde se vê a melhor vista do Paraíba do Sul, o Alto Morro São Cosme, a uns 22 quilômetros, atravessando a cidade e o rio, e conseguimos chegar, no limite da luminosidade, ao local. 

A caminho do Alto Morro São Cosme
Realmente, tinha-se ali uma bela vista das curvas e ilhas do Paraíba do Sul. A luz já estava bem baixa, o celular registrou no sufoco, mas, com um tanto de tratamento de cores, acabou se tornando uma boa foto.

Curvas e ilhas do rio Paraíba do Sul
E à noite, de novo no Bar Biricutico, um encontro altamente informal com criadores culturais locais. 

A "familiar" pichação em frente ao Bar Biricutico
E rolou um lance divertido: 
achei “familiar” e fiz a foto da pichação TJF, no muro da calçada em frente. 

Perguntei ao jovem

Turismo em São Fidélis: Cubanacan, Purez e Alto Morro São Cosme
dono do bar, que vestia uma camisa do Fluminense, e ele, meio constrangido: “É da Torcida Jovem do Flamengo... Já estou há tempos querendo pintar aquele muro...”


 

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

+ 02 > Niterói - São Fidélis (RJ), via Desengano - 03 a 06/11/2025

Niterói - São Fidélis, via Serra do Desengano - RJ - 03 a 06/11/2025 >> parte 2: Santa Maria Madalena a (quase) Cambiasca


Hora de deixar Teresinha Costa e os outros amigos de Santa Maria Madalena para encarar o aventuresco caminho de terra até Cambiasca.

Pousada Verbicaro (e outras): hospedagem na paisagem
Saímos na direção oposta à da chegada e logo percebemos que o caminho, ainda que transitável, era secundário demais. Atravessamos de novo a cidade e viramos à esquerda na RJ-146, pegando a estrada (a princípio asfaltada...) que contorna o Parque Estadual do Desengano.
Ao longe, a serra do Desengano

Mais atrações turísticas na periferia de Santa Maria Madalena (onde agora se pratica o “Astroturismo”, a observação do céu desde que se tornou o primeiro “Dark Sky Park” do Brasil), restaurantes e hospedagens (destaque para a Pousada Verbicaro) e, na sequência, as assim chamadas Terras Frias. 

Restaurantes simpáticos na periferia de SMM
E logo estávamos numa boa (até então...) estrada de terra: à direita, a visão das imponentes montanhas da Serra do Desengano; à esquerda, belos vales com variados sítios.
Placas mostram o caminho na beira do Parque do Desengano

Alguma das atrações em torno da RJ-146 nem chegamos a ver... A Cachoeira  do Escorrega, nas Terras Frias, que não dava tempo de ir lá. 

Tubulações da PCH Tudelândia à beira da estrada

E a represa Tudelândia, no
rio Santíssimo, que é também uma PCH (Pequena Central Hidrelétrica), mas só vimos as tubulações à beira da estrada.  

De passagem, a entrada do Parque do Desengano
E do próprio Parque do Desengano (por que este nome?...) só vimos o portal de acesso à sede, fica pra outra vez...

E, de repente, o progresso chegando: placas para captura de energia solar sendo instaladas...
Placas de energia solar sendo plantadas...

Fora buracos e curvas, um curioso local no caminho, a Casa do Professor Pardal. Inveterado inventor autodidata, João Alfredo criou um “parque temático” tão interessante que mereceu até uma parada especial para fotos, mas só externas...

A toda criativa casa do "Prof. Pardal", inventor local

A partir daí, a estrada passava a destacar costelas e pedregulhos. O Suzuki, todo compacto, seguia que nem um cabritinho pulando na pista, Toninho dirigindo habilmente. Para meu espanto, quase sempre com apenas a mão esquerda no volante!... Um piloto cheio de estilo?... Dores no "manguito do ombro" direito o incomodavam, disse depois.

Cachoeiras e cascatas...
Estrada de terra e montanhas agudas

A paisagem seguia cheia de cachoeiras e cascatas... O problema mesmo, diante de cada bifurcação, era a definição de qual caminho tomar; “qual a direção certa, por lá ou por aqui?”... Predominava a experiência do piloto (“pra lá tem mais marcas de pneus”), mas também fizemos algumas reuniões decisórias. Ainda assim, entramos e saímos de algumas alternativas fajutas. Daí, retornar e mudar de rumo...

Placas apresentam as atrações da estrada

Eu ia fazendo o registro possível, quase todas as fotos de dentro do jipinho, agitado pela direção ousada, mas cuidadosa, de Toninho. 

A “cobertura fotográfica” diminuía de precisão quando, no revezamento dos caronas, era minha vez de viajar no banco traseiro, apertado pelas molduras das fotos que íamos mostrar nas palestrasSem problema, gosto do desafio de "capturar" fotos...

Sítios são a base da economia primária da região

Os locais, ainda que poucos, nem sempre eram distinguíveis. Alguns nomes que estavam no mapa só apareciam em setas ou placas (Renascença, Laje). E até passamos pelo Valão dos Porcos, mas não estivemos com eles... 

Entre as montanhas, lugares que não estão no mapa!

Foi assim que entendemos, quando apareceu um ônibus para Macapá (a do norte do RJ, não a da região Norte do país), que já estávamos no município de São Fidélis... 

O ônibus a caminho de Macapá!

Pertinho de Cambiasca... 

Que fica para a próxima parte da história da viagem.