Mostrando postagens com marcador Niterói. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Niterói. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

+ 01 > Niterói - São Fidélis (RJ): Desengano - 03 a 06/11/2025

Niterói - São Fidélis, via Serra do Desengano - RJ 03 a 06/11/2025 >> parte 1: Niterói - Santa Maria Madalena

O convite

Nada melhor do que ser convidado para uma viagem interessante, ainda mais viajando de carona... E dessa vez na condição de carona do carona, o que já é uma mordomia, em um roteiro da maior simpatia, com direito a estradas de terra, palestras fotográficas e comes-e-bebes.

Guina, Toninho e Attila na partida, 08:30h
Importante mesmo é estar muito bem acompanhado. O convite veio do amigo José Atilla Valente, vivido e consagrado escritor, membro de três academias literárias do estado do RJ, que havia combinado com nosso amigo Toninho (Antônio) Machado, presidente da SFF (Sociedade Fluminense de Fotografia), uma visita à sua cidade natal, São Fidélis, no norte fluminense.  

RJ-114, nos "Caminhos da mata", entre Maricá e Itaboraí
O motivo fundamental era uma associação histórica entre um dos fundadores da SFF e a cidade de São Fidélis, e a visita compreendia palestra e debate com membros da intelectualidade local. Atilla, sabendo que eu estava disponível nestes dias, início de novembro, também me convidou, sugerindo uma fala sobre meus trabalhos, e eu topei. Um detalhe já estava acertado: Toninho, inveterado viajante por estradas e estradinhas do país, comandando um compacto Suzuki Jimny 4x4, queria passar por uma estrada de terra nas beiradas da Serra do Desengano, entre Santa Maria Madalena e Cambiasca, distrito de São Fidélis. 

Comércio de beira de estrada, RJ-114
A partida

A saída de Niterói foi feita, para reunir o trio, no sentido de Maricá, em direção à RJ-106. Dali, o melhor mesmo era seguir até Maricá e pegar uma estrada, que eu não conhecia, a RJ-114, pela qual se pode acessar a BR-101, no contorno de Itaboraí. 


Na primeira parada, o caldo de cana, RJ-114
Foi a primeira boa surpresa. Um belo trecho de colinas, com chácaras e comércio de plantas, sem faltar as comidinhas de beira da estrada. Nossa primeira parada foi, quase necessariamente, para pastel e caldo de cana. E era também a primeira das grandes concordância do trio: paradas em locais simples, biroscas e botecos, de beira de estrada.

Trecho mais novo da BR-101, no contorno de Itaboraí
Deslanchando

Custamos um pouco a entender como pegar a BR-101 (atravessamos a estrada de contorno de Itaboraí e voltamos), mas logo o caminho voltou a ser mais do que conhecido, a ampla pista que nos levou até o acesso a Carapebus, de onde tomamos à esquerda em direção a Conceição de Macabu, via RJ-182. 

Portal de entrada, lado sul, de Santa Maria Madalena

Parada na cidade, sem registro, para um cafezinho horroroso (não se acerta sempre...) e, logo depois de Triunfo, já município de Santa Maria Madalena, a subida da bela serra, no sentido de Dr. Loreti. 

Mapa da primeira parte da viagem, Niterói-SMM

Antes disso, a RJ-182 segue pelo caminho mais curto. Vira à direita, desce na direção de Santo Antonio do Imbé, e, virando à esquerda, sobe a serra, meio castigada, cheia de remendos, que leva direto a Santa Maria Madalena. 

Almoço cultural com Terezinha Costa, em Santa Maria Madalena
Lá chegando, parada para almoço. Por mensagens, já havíamos convidado a querida amiga Terezinha Costa, jornalista por décadas no Rio de Janeiro e agitadora cultural em Santa Maria Madalena (uma das criadoras, em 2014, da FLIM, a Feira Literária de SMM). A conversa girou toda em torno de eventos culturais, literários ou fotográficos, com ela e Toninho trocando informações e pensando em planos para o futuro

Durou o tempo certo, o almoço. Tínhamos um estirão de estrada de terra pela frente, e ameaça de chuva no caminho... 

sábado, 13 de setembro de 2025

✓ Na intimidade da viagem / Mar, Serra e Rio (RJ/ES): # 18, dia 8 (09/07/2025)

Último dia da viagem, um parada estratégica, para dar uma relaxada e voltar calmamente para casa. 

Olaria, um dos bairros de confecções de Nova Friburgo

Depois de ziguezaguear por várias cidades do vale do Paraíba do Sul, na região noroeste do RJ (que, aliás, merecem nova visita mais cuidadosa), a parada em Nova Friburgo se deveu a questões íntimas. Não de foro, mas de roupas... 

Diversificando negócios: bazar no estacionamento

Consultando lojas.
Por coincidência, não por isso, foi o dia (e noite) mais frio da viagem, baixou a 8ºC na madrugada...

 

Todos sabem que a cidade é um polo industrial especializado nessas preciosidades. Daí, apesar do frio, logo cedo partimos, atendendo aos interesses das companheiras de viagem, para o bairro Olaria, indicado como o melhor local para compras.
 

De manhã, lojas já bastante cheias de clientes.
No que tomamos como base da operação um estacionamento que era também um improvisado bazar, as coordenadas das lojas citadas no Google foram devidamente estudadas no Waze e, de imediato, a pesquisa presencial começou. 

O mostruário transborda das lojas.

Na prática, no que saímos à rua, valeram as ofertas das portas das lojas...
 

Desnecessário dizer, até porque é fácil imaginar, que era farta e variada a oferta da assim chamada “lingerie”, os manequins mostravam tudo. 

Ofertas delirantes parecem flutuar no ar.

Fazer compras era questão só de cores e medidas, escolha de modas e lugar. 

 

Manequins chamam a atenção das clientes.
As lojas pululam e estão, além de nas garagens, até nos becos, ou seja, a concentração e a concorrência são grandes...
 

Tomou-nos a manhã inteira, mas, me garantiram, valeu a pena. 

A apresentação dos produtos são realísticas.
Compras feitas, anseios atendidos, sonhos realizados, estoque renovado, hora de dar um tchauzinho para a cidade.

Até a próxima visita, Nova Friburgo!

 

Depois de nova passagem pela simpática praça redonda, era hora de descer a serra, no rumo do Rio.

Ponte Rio-Niterói: paciência, estamos chegando...

 

Retomando a BR-101 para cruzar a Ponte, para deixar uma parte da equipe no Rio de Janeiro. 

E depois, afinal, Niterói.

--
Resumo geral 

Resumo: "RJ-ES: praia, serra e rio", Fiat Argo, 2025
Viagem de quase 1400 km, realizada em oito dias, com cerca de 40 horas ao volante por estradas e caminhos. Viagem bem razoável no esforço e muito gratificante na vivência, na companhia de Regina Bienenstein e Fernanda Zoninsein.

Destaque-se que a maior parte das fotografias, dado que estive ao volante do carro todo o tempo, são, em geral com minha orientação ou sugestão, da imprescindível Regina Bienenstein.

sábado, 19 de julho de 2025

✓ Na BR-101 / # 1 - Mar, Serra e Rio (RJ/ES): dia 1 (02/07/2025)

A proposta da viagem era conhecer um pouco das Serras Capixabas, visitando, ao menos, duas cidades: Venda Nova do Imigrante, de descendentes de italianos, e Domingos Martins, com maior presença de alemães.
Os caminhos também foram programados de forma a conhecer novos lugares. A ida, pelo litoral do norte do estado do Rio, a chamada Costa do Sol, passando por São João da Barra, indo até Marataízes, já no Espírito Santo, e daí para o interior. A volta, pela BR-101 até Campos dos Goytacazes, e daí pelo vale do rio Paraíba do Sul, até desviar para Nova Friburgo e descer a Serra do Mar no rumo do Rio de Janeiro e Niterói. 
 
02/07/2025, dia 1, # 1 > Na BR-101
 
Início de viagem com chuva. Daí, o clima só tende a melhorar...
 
Chuva, durante toda a manhã, desde Niterói (saída às 8:30h) e por toda a baixada por fora da região dos Lagos. 
A estrada está boa, a maior parte já duplicada, sem obras complicadas e bem sinalizada. 
 
Fila demorada de carros na estrada, sinal de acidente à frente.
  
Congestionamento de quase duas horas, devido a acidentes na altura de Macaé. Já havia sido notícia do RJTV no início da manhã e ainda prendia o trânsito por volta do meio-dia. 
 
Batida feia. Estrada com chuva é um perigo...

Passando e seguindo, com calma e paciência... 
Na verdade, eram dois acidentes, próximos um ao outro. Quando passamos os locais já haviam sido desfeitos, mas ainda serviam como avisos de perigo...