Hora de
deixar Teresinha Costa e os outros amigos de Santa Maria Madalena para encarar o aventuresco
caminho de terra até Cambiasca.
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| Pousada Verbicaro (e outras): hospedagem na paisagem |
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| Ao longe, a serra do Desengano |
Mais atrações turísticas na periferia de Santa Maria Madalena (onde agora se pratica o “Astroturismo”, a observação do céu desde que se tornou o primeiro “Dark Sky Park” do Brasil), restaurantes e hospedagens (destaque para a Pousada Verbicaro) e, na sequência, as assim chamadas Terras Frias.
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| Restaurantes simpáticos na periferia de SMM |
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| Placas mostram o caminho na beira do Parque do Desengano |
Alguma das atrações em torno da RJ-146 nem chegamos a ver... A Cachoeira do Escorrega, nas Terras Frias, que não dava tempo de ir lá.
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| Tubulações da PCH Tudelândia à beira da estrada |
E a represa Tudelândia, no rio Santíssimo, que é também uma PCH (Pequena Central Hidrelétrica), mas só vimos as tubulações à beira da estrada.
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| De passagem, a entrada do Parque do Desengano |
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| Placas de energia solar sendo plantadas... |
Fora buracos e curvas, um curioso local no caminho, a Casa do Professor Pardal. Inveterado inventor autodidata, João Alfredo criou um “parque temático” tão interessante que mereceu até uma parada especial para fotos, mas só externas...
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| A toda criativa casa do "Prof. Pardal", inventor local |
A partir daí, a estrada passava a destacar costelas e pedregulhos. O Suzuki, todo compacto, seguia que nem um cabritinho pulando na pista, Toninho dirigindo habilmente. Para meu espanto, quase sempre com apenas a mão esquerda no volante!... Um piloto cheio de estilo?... Dores no "manguito do ombro" direito o incomodavam, disse depois.

Cachoeiras e cascatas... 
Estrada de terra e montanhas agudas
A paisagem seguia cheia de cachoeiras e cascatas... O problema
mesmo, diante de cada bifurcação, era a definição de qual caminho tomar; “qual a direção certa, por lá ou por aqui?”... Predominava a experiência do piloto (“pra
lá tem mais marcas de pneus”), mas também fizemos algumas reuniões decisórias. Ainda assim, entramos e saímos de algumas alternativas fajutas. Daí, retornar e mudar de rumo...
Eu ia fazendo o registro possível, quase todas as fotos de dentro do jipinho, agitado pela direção ousada, mas cuidadosa, de Toninho.
A “cobertura fotográfica” diminuía de precisão quando, no revezamento dos caronas, era minha vez de viajar no banco traseiro, apertado pelas molduras das fotos que íamos mostrar nas palestras. Sem problema, gosto do desafio de "capturar" fotos...
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| Sítios são a base da economia primária da região |
Os locais, ainda que poucos, nem sempre eram distinguíveis. Alguns nomes que estavam no mapa só apareciam em setas ou placas (Renascença, Laje). E até passamos pelo Valão dos Porcos, mas não estivemos com eles...
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| Entre as montanhas, lugares que não estão no mapa! |
Foi assim que entendemos, quando apareceu um ônibus para Macapá (a do norte do RJ, não a da região Norte do país), que já estávamos no município de São Fidélis...
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| O ônibus a caminho de Macapá! |
Pertinho de Cambiasca...
Que fica para a próxima parte da história da viagem.



















