No quarto dia de viagem, saindo de Venda Nova do Imigrante para ir a Domingos Martins, município cuja grande atração era a falada Pedra Azul. Aí percebemos que a tal pedra ficava (e para isto servem os mapas!) a apenas 15 km e a cidade a 50 km depois!
Antes da pedra uma curiosa atração virou frustração: um café da manhã incrementado em uma pousada num alto de serra.
A sugestão veio de um jovem garçom, da família de um restaurante onde jantamos, e parecia excelente. Ruim (e perigosa) era a estrada... "Escalamos" a rampa até o carro girar na pista, quase lá, e aí, por prudência, desistimos.
De novo na estrada, a evidência de que a área tem aporte turístico: paramos para tomar café, fim da manhã, e o restaurante ainda estava completamente vazio até de funcionários.
Entrando no caminho de acesso, se destacavam, na agradável paisagem, as pousadas (e algumas plantações).
Mas, de imediato, a Pedra Azul, acima da estrada, passou a dominar o visual. O azul é relativo, dizem que depende da hora do dia, para nós continuou cinza...
Chegamos a um ponto de apoio (bar, padaria, estacionamento) e aí começava a trilha para a sede do parque.
Lá na sede a proposta era outra... Encontramos um grupo recebendo instruções para a caminhada em torno da Pedra Azul, mais de 3 km.
Imediatamente concluímos que nos faltava uma boa preparação para encarar o desafio.
Melhor voltar, comprar umas lembrancinhas, fazer um lanche reanimador...









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