quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

+ 05 > Niterói - São Fidélis (RJ), via Desengano - 03 a 06/11/2025

# 5 > Niterói - São Fidélis, via Serra do Desengano - RJ - 03 a 06/11/2025 >> parte 5: voltando: de São Fidélis a Niterói

 Igreja matriz e bazar, vistos do hotel

Dia da volta, muito nublado, mais um... Em frente ao Hotel São José, a igreja matriz e um detalhe curioso: o vestido vermelho na porta dos fundos. Fui lá conferir: era um bazar...

 
 

Dedicatória no livro, para o hotel

Na partida, deixo autografado o meu livro Personagem Cabral para a (boa ideia!) mini biblioteca do hotel.



Juntos, sindicato e igreja missionária em Ipuca
Attila deu a ideia, Toninho se animou e eu, mesmo impaciente para pegar a estrada, curti: conhecer as sedes dos distritos.
Ruínas de usina em Ipuca

Do outro lado do Paraíba do Sul, o mais perto, Ipuca. Ali, também, lembranças da produção e das relações de trabalho da economia açucareira, a fase mais rica da região, desde a Colônia até o início do século XX.

A igreja católica do rito tradicional
Ao repassar pelo Centro, três prédios da cidade, quase monumentos: a igreja católica da linha conservadora, a das missas em latim etc.;
Sociedade Musical e Embaixada do Flamengo
a sede da centenária Sociedade Musical 22 de Outubro, hoje também sede de “Embaixada” do Flamengo; e a estação ferroviária, em plena obra de recuperação, futuro centro cultural da cidade, espaço também para nova sede da AFL, Academia Fidelense de Letras. 
Estação ferroviária, futuro Centro Cultural de São Fidélis

Passamos mais uma vez pelo bairro (antiga vila dos) Coroados. E logo depois a mesma paisagem de pastagens ralas e raras sobras da Mata Atlântica. 

 

Na região, pastagens ralas e sobras de matas
Caminho para outro distrito, atualmente chamado (os nomes mudam...) Colônia, o que, aliás, tem tudo a ver com a história econômica da região... Características muito parecidas com as de Cambiasca, que agora atravessamos direto.
Chuva no meio do caminho

Entre um e outro tivemos que encarar (a única vez, sorte nossa) um verdadeiro "pé d'água"... 

Daí pra frente, asfalto bom e seco, rápida parada para comprar queijo e cachaça em Ipituna, já em São Sebastião do Alto.  


Da ladeira, a matriz de São Sebastião do Alto

Vista da estrada de descida de São Sebastião do Alto

Para mim, a novidade era conhecer a cidade, que já me atraía pelo nome, subimos... Cidadezinha simpática, almoço a quilo bom e barato, mas o melhor mesmo veio após a saída: uma bela descida de serra em direção a Trajano de Moraes. 

Trajano, cidade tranquila...

Na paisagem das serras do RJ, clima pesado

Para chegar à BR-101, grande dúvida: pelo asfalto, via Conceição de Macabu, ou, mais curto, via Glicério, com 15 km de terra? Na padaria, no cafezinho, o taxista local definiu: "a de terra é até boa. Só que depois tem 62 quebra-molas. É insuportável!...".

Termoelétrica Macaé, à beira da BR-101

Viemos daí, até em casa, no asfalto, sem destaques, exceto as nuvens pesadas e, na altura de Macaé, uma usina termelétrica, a pesquisar... 

Parada Pão com Linguiça, de passagem

Com apenas duas paradas: uma para abastecimento e um lanchinho, no fim da tarde e, outra, já de noite, para "desabastecimento de líquidos"... 

A rota da volta, de São Fidélis a Niterói.

Chegando, tarde, a Niterói, mas sem problemas.

Estava feita, por bons caminhos, a viagem. E nestas mal digitadas linhas, o relato.


 

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